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Letra em Russo
По селу промчался слух
Будто деду-кузнецу
Ночью выпустили дух
Дав кувалдой по лицу
Трудно узнать было его
От головы не осталось ничего!
Разбирая свою печь
Кузнец за нею увидал
Панцирь, латы, шлем и меч
Драгоценным был металл
Он о таком не думал, не гадал
А его ученик рядышком стоял
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
Чтобы людям ничего
Ученик не рассказал
Задушил кузнец его
И в доспехи заковал
Туркам кузнец рыцаря продал
Был очень рад, денежки считал
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
Но очнулся ученик
У султана во дворце
Вспомнил парень в тот же миг
О мерзавце кузнеце
Латы прочные не снять
Чувство мести сердце жгло
Из дворца ему бежать
Только чудо помогло
Вряд ли бы кто мог
Представить хоть чуть-чуть
Как был непрост
Его обратный путь
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
По селу промчался слух
Будто деду-кузнецу
Ночью выпустили дух
Дав кувалдой по лицу
Вряд ли бы кто мог
Представить хоть чуть-чуть
Как был непрост
Его обратный путь
Будто деду-кузнецу
Ночью выпустили дух
Дав кувалдой по лицу
Трудно узнать было его
От головы не осталось ничего!
Разбирая свою печь
Кузнец за нею увидал
Панцирь, латы, шлем и меч
Драгоценным был металл
Он о таком не думал, не гадал
А его ученик рядышком стоял
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
Чтобы людям ничего
Ученик не рассказал
Задушил кузнец его
И в доспехи заковал
Туркам кузнец рыцаря продал
Был очень рад, денежки считал
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
Но очнулся ученик
У султана во дворце
Вспомнил парень в тот же миг
О мерзавце кузнеце
Латы прочные не снять
Чувство мести сердце жгло
Из дворца ему бежать
Только чудо помогло
Вряд ли бы кто мог
Представить хоть чуть-чуть
Как был непрост
Его обратный путь
Знать о находке моей
Не должен никто из людей…
По селу промчался слух
Будто деду-кузнецу
Ночью выпустили дух
Дав кувалдой по лицу
Вряд ли бы кто мог
Представить хоть чуть-чуть
Как был непрост
Его обратный путь
Tradução em Português
Pela aldeia espalhou-se um boato
Como se ao avô ferreiro
De noite lhe tivessem tirado a alma
Dando-lhe com uma marreta no rosto
Era difícil reconhecê-lo
Da cabeça não restou nada!
Desmontando o seu forno
O ferreiro viu atrás dele
Couraça, armadura, elmo e espada
Precioso era o metal
Ele sobre tal coisa não pensou, não imaginou
E o seu aprendiz estava ali ao lado
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Para que às pessoas nada
O aprendiz contasse
O ferreiro estrangulou-o
E acorrentou-o na armadura
Aos turcos o ferreiro vendeu o cavaleiro
Estava muito feliz, contava o dinheirinho
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Mas o aprendiz acordou
No palácio de um sultão
O rapaz lembrou-se naquele mesmo instante
Sobre o ferreiro canalha
A armadura resistente não dá para tirar
O sentimento de vingança queimava o coração
Do palácio fugir
Apenas um milagre ajudou
Dificilmente alguém poderia
Imaginar sequer um pouco
Como foi difícil
O seu caminho de volta
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Pela aldeia espalhou-se um boato
Como se ao avô ferreiro
De noite lhe tivessem tirado a alma
Dando-lhe com uma marreta no rosto
Dificilmente alguém poderia
Imaginar sequer um pouco
Como foi difícil
O seu caminho de volta
Como se ao avô ferreiro
De noite lhe tivessem tirado a alma
Dando-lhe com uma marreta no rosto
Era difícil reconhecê-lo
Da cabeça não restou nada!
Desmontando o seu forno
O ferreiro viu atrás dele
Couraça, armadura, elmo e espada
Precioso era o metal
Ele sobre tal coisa não pensou, não imaginou
E o seu aprendiz estava ali ao lado
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Para que às pessoas nada
O aprendiz contasse
O ferreiro estrangulou-o
E acorrentou-o na armadura
Aos turcos o ferreiro vendeu o cavaleiro
Estava muito feliz, contava o dinheirinho
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Mas o aprendiz acordou
No palácio de um sultão
O rapaz lembrou-se naquele mesmo instante
Sobre o ferreiro canalha
A armadura resistente não dá para tirar
O sentimento de vingança queimava o coração
Do palácio fugir
Apenas um milagre ajudou
Dificilmente alguém poderia
Imaginar sequer um pouco
Como foi difícil
O seu caminho de volta
Saber da minha descoberta
Ninguém entre as pessoas deve...
Pela aldeia espalhou-se um boato
Como se ao avô ferreiro
De noite lhe tivessem tirado a alma
Dando-lhe com uma marreta no rosto
Dificilmente alguém poderia
Imaginar sequer um pouco
Como foi difícil
O seu caminho de volta
💡 Interpretação e Contexto Cultural
Ganância e Vingança de Ferro
Esta narrativa de Korol i Shut explora o tema clássico da traição motivada pela cobiça, transportada para um cenário medieval de fantasia sombria.
Esta narrativa de Korol i Shut explora o tema clássico da traição motivada pela cobiça, transportada para um cenário medieval de fantasia sombria.
• O Ferreiro e o Aprendiz: A relação mestre-aprendiz é corrompida pelo metal precioso. O ferreiro tenta eliminar a única testemunha da sua riqueza, vendendo o rapaz como se fosse uma estátua ou um ornamento vivo (dentro da armadura) para o estrangeiro, o que adiciona um elemento de tráfico humano grotesco à história.
• A Armadura como Prisão: O aprendiz torna-se um «cavaleiro» involuntário, preso em metal que não consegue remover. Esta imagem do homem fundido com a sua couraça serve como uma metáfora visual para a vingança imparável que o traz de volta a casa.
• Ironia Circular: A música começa pelo fim da história. O boato sobre a morte violenta do ferreiro com uma marreta (a sua própria ferramenta de trabalho) é o clímax da vingança do aprendiz, fechando o ciclo de violência iniciado pela ganância do mestre.
📚 Lição de Russo
Parte 1: Vocabulário Chave
| Russo | Pronúncia | Português | Contexto |
|---|---|---|---|
| Кузнец | [Kuz-NYETS] | Ferreiro | Profissão central da música. |
| Кувалда | [Ku-VAL-da] | Marreta | Ferramenta pesada usada no crime final. |
| Меч | [Myech] | Espada | Substantivo masculino. |
| Ученик | [U-chi-NIK] | Aprendiz / Aluno | A vítima que regressa para a vingança. |
| Месть | [Myest'] | Vingança | Substantivo feminino. |
| Дворец | [Dva-RYETS] | Palácio | Onde o aprendiz acorda após ser vendido. |
Parte 2: Expressão «Выпустить дух»
Esta é uma expressão idiomática russa que significa literalmente «deixar sair o espírito», usada como um eufemismo para «matar» ou «tirar a vida» de alguém de forma violenta.Parte 3: O Uso do Dativo de Agente e Preposição «По»
A letra diz «Дав кувалдой по лицу». • По лицу (No rosto): A preposição По rege o Caso Dativo quando indica a superfície onde ocorre um impacto ou movimento.
• Кувалдой (Com a marreta): Caso Instrumental indicando o instrumento da ação.
Exercícios Rápidos
Tenta usar o vocabulário e a gramática acima:
Чем ударили кузнеца по лицу?
Com o que bateram no ferreiro no rosto?
Liga as partes da armadura encontradas:
Russo:
Меч
Латы
Шлем
Português:
Elmo
Espada
Armadura
Кому кузнец продал ученика в доспехах?
A quem é que o ferreiro vendeu o aprendiz na armadura?
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