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Letra em Russo
Мало, мало, мало, мало нам
Давай, давай
Ты чё
Мало, мало, мало, мало нам
Все мы люди
Давай, давай
Бес у микрофона
Сам накалял себя же
Тут Hajime
Будто бы движ, что вне закона
Вымораживающий народы
Тут с молотка летят иконы
Блокбастер, бес у микрофона
Сам накалял себя же снова
Сам вбил в голове свою тревогу
Сам удивлялся неудачам, и
Сам залезал в эту берлогу
Мой trip — это трезвый, честный рядом
Come back из ужасной небылицы
То была вода, а не досада
Слёзы, но и радости на лицах некоторых
Но не понять, почему так
Зол был тот или тот дегенерат
«Еб*л, бл*ть, в рот этот мир!»
Говорили потребители
Битом прогоню злой шорох
Я негодовал
«Какого эти баламуты заварганили хоррор?»
Плата залагала от такого
Психика хапнула перебора
Взял бы дробь и порох, и по коридорам
И пока сей город одичал
Я бы хантером оберегал
Эти доступы ваших наивных взоров
Когда погибала опора
Ты на сей мир открывала глаза, как надо
Ранее, парень уверовав в жизнь человека
Был слеп, — и скорее был рад этому
Ныне же мало быть ребёнком
Чей Ангела Дух не знал грехов, тут
Чтоб не смеялись дико, громко
Странные люди без Богов, тут
Шаг-шаг, и борода до пола
Knuck-knuck, помер по приколу
Тяп-ляп — судим свысока мы
Всех вокруг, но себя ни в коем
Бензом облей-ка всё святое
Айда добивать убитых горем
Тут, человеком звался вроде
Тот, что животное порою
Мало, мало, мало, мало нам
Мало, мало, мало, мало нам
Мало, мало, мало, мало, мало
Мало, мало, мало, мало нам
Годы комом, в горле горы
Годы комом, в горле голый
Гоны, то так как мы живём
Комко-люди в форме
Жандарм
Законы — не наш план
Не стоит лезть в клан
Мой брат сделал всё сам
Может сам отыщешь место поприятней?
Вижу трахеров и то, как они грубо посылают нахер
Общество, недоебанных писателей
Раздали всё Святое, вы нам не приятели
Как тут увидели ауру
Что за плечами размыта?
Мои скелеты в депрессии
Моя лира для мира
Это outro утром
Написала рука, и как будто
Я настроился слить черновик
Но ни тут то — сука, сука-смута
Горе в майк и радость также
Кочевали с рэпом, стали старше
Вырубайте пять, нашим-вашим
Братьям так же, мы им скажем
Мало, мало, мало, мало нам...
Давай, давай
Ты чё
Мало, мало, мало, мало нам
Все мы люди
Давай, давай
Бес у микрофона
Сам накалял себя же
Тут Hajime
Будто бы движ, что вне закона
Вымораживающий народы
Тут с молотка летят иконы
Блокбастер, бес у микрофона
Сам накалял себя же снова
Сам вбил в голове свою тревогу
Сам удивлялся неудачам, и
Сам залезал в эту берлогу
Мой trip — это трезвый, честный рядом
Come back из ужасной небылицы
То была вода, а не досада
Слёзы, но и радости на лицах некоторых
Но не понять, почему так
Зол был тот или тот дегенерат
«Еб*л, бл*ть, в рот этот мир!»
Говорили потребители
Битом прогоню злой шорох
Я негодовал
«Какого эти баламуты заварганили хоррор?»
Плата залагала от такого
Психика хапнула перебора
Взял бы дробь и порох, и по коридорам
И пока сей город одичал
Я бы хантером оберегал
Эти доступы ваших наивных взоров
Когда погибала опора
Ты на сей мир открывала глаза, как надо
Ранее, парень уверовав в жизнь человека
Был слеп, — и скорее был рад этому
Ныне же мало быть ребёнком
Чей Ангела Дух не знал грехов, тут
Чтоб не смеялись дико, громко
Странные люди без Богов, тут
Шаг-шаг, и борода до пола
Knuck-knuck, помер по приколу
Тяп-ляп — судим свысока мы
Всех вокруг, но себя ни в коем
Бензом облей-ка всё святое
Айда добивать убитых горем
Тут, человеком звался вроде
Тот, что животное порою
Мало, мало, мало, мало нам
Мало, мало, мало, мало нам
Мало, мало, мало, мало, мало
Мало, мало, мало, мало нам
Годы комом, в горле горы
Годы комом, в горле голый
Гоны, то так как мы живём
Комко-люди в форме
Жандарм
Законы — не наш план
Не стоит лезть в клан
Мой брат сделал всё сам
Может сам отыщешь место поприятней?
Вижу трахеров и то, как они грубо посылают нахер
Общество, недоебанных писателей
Раздали всё Святое, вы нам не приятели
Как тут увидели ауру
Что за плечами размыта?
Мои скелеты в депрессии
Моя лира для мира
Это outro утром
Написала рука, и как будто
Я настроился слить черновик
Но ни тут то — сука, сука-смута
Горе в майк и радость также
Кочевали с рэпом, стали старше
Вырубайте пять, нашим-вашим
Братьям так же, мы им скажем
Мало, мало, мало, мало нам...
Tradução em Português
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós
Vamos, vamos
O que é que tens?
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós
Somos todos humanos
Vamos, vamos
Um demónio ao microfone
Eu próprio me enervava a mim mesmo
Aqui é Hajime
Como se fosse um movimento fora da lei
Que congela os povos
Aqui ícones voam [são vendidos] no martelo [leilão]
Blockbuster, um demónio ao microfone
Eu próprio me enervava a mim mesmo de novo
Eu próprio enfiei a minha ansiedade na cabeça
Eu próprio me admirava com os fracassos, e
Eu próprio entrava nesta toca
A minha «trip» é sóbria, honesta ao lado
Um regresso de uma fábula terrível
Aquilo era água, e não desgosto
Lágrimas, mas também alegria em algumas caras
Mas não dá para entender, porque é que estava tão
Zangado este ou aquele degenerado
«F*da-se, p*ta que pariu este mundo!»
Diziam os consumidores
Com o beat expulsarei o sussurro maligno
Eu indignava-me
«Porque raio é que estes arruaceiros criaram um horror?»
A placa [mãe/mental] bloqueou com tal coisa
A psique apanhou uma overdose
Pegaria em chumbo e pólvora, e pelos corredores
E enquanto esta cidade se tornava selvagem
Eu, como um caçador, protegeria
Esses acessos dos vossos olhares ingénuos
Quando o pilar de apoio perecia
Tu abrias os olhos para este mundo, como deve ser
Antes, o rapaz tendo acreditado na vida humana
Era cego, — e provavelmente estava feliz com isso
Mas hoje em dia é pouco ser uma criança
Cujo Espírito de Anjo não conhecia pecados, aqui
Para que não se rissem selvaticamente, alto
Pessoas estranhas sem Deuses, aqui
Passo a passo, e a barba até ao chão [envelhecer]
Knuck-knuck, morreu na brincadeira
Às três pancadas — julgamos com arrogância
Todos à volta, mas a nós mesmos nunca
Rega lá com gasolina tudo o que é sagrado
Bora lá acabar com os que estão mortos de desgosto
Aqui, parecia chamar-se humano
Aquele, que às vezes é um animal
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós
[...]
Anos como um caroço [na garganta], montanhas na garganta
Anos como um caroço, nu na garganta
Paranoias, é assim que vivemos
Pessoas-caroço de uniforme
Gendarme
Leis — não são o nosso plano
Não vale a pena meterem-se com o clã
O meu irmão fez tudo sozinho
Talvez tu mesmo encontres um lugar mais agradável?
Vejo f*dedores e como eles mandam grosseiramente para o c*ralho
A sociedade, escritores mal-f*didos
Distribuíram tudo o que é Sagrado, vocês não são nossos amigos
Como é que viram a aura aqui
Que está desfocada atrás dos ombros?
Os meus esqueletos estão em depressão
A minha lira para o mundo
Este é o outro de manhã
A mão escreveu, e parece que
Eu estava pronto para deitar fora o rascunho
Mas nem pensar — cabra, cabra-confusão
Desgosto no mic e alegria também
Deambulámos com o rap, ficámos mais velhos
Choquem aí cinco, aos nossos e aos vossos
Aos irmãos também, nós dir-lhes-emos
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós...
Vamos, vamos
O que é que tens?
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós
Somos todos humanos
Vamos, vamos
Um demónio ao microfone
Eu próprio me enervava a mim mesmo
Aqui é Hajime
Como se fosse um movimento fora da lei
Que congela os povos
Aqui ícones voam [são vendidos] no martelo [leilão]
Blockbuster, um demónio ao microfone
Eu próprio me enervava a mim mesmo de novo
Eu próprio enfiei a minha ansiedade na cabeça
Eu próprio me admirava com os fracassos, e
Eu próprio entrava nesta toca
A minha «trip» é sóbria, honesta ao lado
Um regresso de uma fábula terrível
Aquilo era água, e não desgosto
Lágrimas, mas também alegria em algumas caras
Mas não dá para entender, porque é que estava tão
Zangado este ou aquele degenerado
«F*da-se, p*ta que pariu este mundo!»
Diziam os consumidores
Com o beat expulsarei o sussurro maligno
Eu indignava-me
«Porque raio é que estes arruaceiros criaram um horror?»
A placa [mãe/mental] bloqueou com tal coisa
A psique apanhou uma overdose
Pegaria em chumbo e pólvora, e pelos corredores
E enquanto esta cidade se tornava selvagem
Eu, como um caçador, protegeria
Esses acessos dos vossos olhares ingénuos
Quando o pilar de apoio perecia
Tu abrias os olhos para este mundo, como deve ser
Antes, o rapaz tendo acreditado na vida humana
Era cego, — e provavelmente estava feliz com isso
Mas hoje em dia é pouco ser uma criança
Cujo Espírito de Anjo não conhecia pecados, aqui
Para que não se rissem selvaticamente, alto
Pessoas estranhas sem Deuses, aqui
Passo a passo, e a barba até ao chão [envelhecer]
Knuck-knuck, morreu na brincadeira
Às três pancadas — julgamos com arrogância
Todos à volta, mas a nós mesmos nunca
Rega lá com gasolina tudo o que é sagrado
Bora lá acabar com os que estão mortos de desgosto
Aqui, parecia chamar-se humano
Aquele, que às vezes é um animal
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós
[...]
Anos como um caroço [na garganta], montanhas na garganta
Anos como um caroço, nu na garganta
Paranoias, é assim que vivemos
Pessoas-caroço de uniforme
Gendarme
Leis — não são o nosso plano
Não vale a pena meterem-se com o clã
O meu irmão fez tudo sozinho
Talvez tu mesmo encontres um lugar mais agradável?
Vejo f*dedores e como eles mandam grosseiramente para o c*ralho
A sociedade, escritores mal-f*didos
Distribuíram tudo o que é Sagrado, vocês não são nossos amigos
Como é que viram a aura aqui
Que está desfocada atrás dos ombros?
Os meus esqueletos estão em depressão
A minha lira para o mundo
Este é o outro de manhã
A mão escreveu, e parece que
Eu estava pronto para deitar fora o rascunho
Mas nem pensar — cabra, cabra-confusão
Desgosto no mic e alegria também
Deambulámos com o rap, ficámos mais velhos
Choquem aí cinco, aos nossos e aos vossos
Aos irmãos também, nós dir-lhes-emos
É pouco, pouco, pouco, pouco para nós...
💡 Interpretação e Contexto Cultural
A Ganância Humana (Malo nam)
O refrão «Malo nam» (É pouco para nós) é uma crítica à sociedade de consumo e à insaciabilidade humana. As pessoas querem sempre mais dinheiro, poder e atenção, mesmo que isso signifique vender a própria alma ou espiritualidade («Aqui ícones voam no martelo» - referência a vender arte sacra ou valores sagrados em leilão por dinheiro).
O Julgamento Hipócrita
MiyaGi critica a hipocrisia de quem julga os outros («Julgamos com arrogância / Todos à volta, mas a nós mesmos nunca»). Ele descreve um mundo onde as pessoas perderam a sua divindade interior («Pessoas estranhas sem Deuses») e agem como animais, pisando aqueles que já estão a sofrer («Acabar com os que estão mortos de desgosto»).
Passo a passo, barba até ao chão
Esta imagem poderosa («Шаг-шаг, и борода до пола») ilustra a fugacidade da vida. Num momento dás uns passos, no seguinte já és velho (barba até ao chão) e morres por uma razão estúpida («morreu na brincadeira»).
O refrão «Malo nam» (É pouco para nós) é uma crítica à sociedade de consumo e à insaciabilidade humana. As pessoas querem sempre mais dinheiro, poder e atenção, mesmo que isso signifique vender a própria alma ou espiritualidade («Aqui ícones voam no martelo» - referência a vender arte sacra ou valores sagrados em leilão por dinheiro).
O Julgamento Hipócrita
MiyaGi critica a hipocrisia de quem julga os outros («Julgamos com arrogância / Todos à volta, mas a nós mesmos nunca»). Ele descreve um mundo onde as pessoas perderam a sua divindade interior («Pessoas estranhas sem Deuses») e agem como animais, pisando aqueles que já estão a sofrer («Acabar com os que estão mortos de desgosto»).
Passo a passo, barba até ao chão
Esta imagem poderosa («Шаг-шаг, и борода до пола») ilustra a fugacidade da vida. Num momento dás uns passos, no seguinte já és velho (barba até ao chão) e morres por uma razão estúpida («morreu na brincadeira»).
📚 Lição de Russo
Parte 1: Vocabulário Chave
| Russo | Pronúncia | Português | Contexto |
|---|---|---|---|
| Мало | [MA-la] | Pouco / Não chega | Advérbio. |
| Икона | [I-KO-na] | Ícone (religioso) | Substantivo feminino. |
| Тревога | [Trie-VO-ga] | Ansiedade / Alarme | Substantivo feminino. |
| Грех | [Grieh] | Pecado | Genitivo plural: Грехов. |
| Животное | [Zhi-VOT-na-ye] | Animal | Substantivo neutro. |
| Святое | [Svia-TO-ye] | Sagrado / Santo | Adjetivo substantivado neutro. |
Parte 2: Pronome Enfático «Sam» (Сам)
MiyaGi usa repetidamente a palavra Сам para enfatizar que ele é o único responsável pelas suas ações.• Я сам (Eu próprio / Eu mesmo).
• Frase: Сам накалял (Eu próprio enervava/escalava).
• Frase: Сам вбил (Eu próprio enfiei).
Parte 3: O Imperativo com Partícula «-ka»
Para suavizar uma ordem ou torná-la mais coloquial/familiar, adiciona-se a partícula -ка ao imperativo.• Облей (Rega/Molha - Imperativo).
• Облей-ка (Rega lá / Vá, rega).
• Frase: Бензом облей-ка всё святое (Rega lá com gasolina tudo o que é sagrado).
Exercícios Rápidos
Tenta usar o vocabulário e a gramática acima:
O que significa a frase «С молотка летят иконы»?
Qual é a metáfora usada sobre os ícones?
Liga as palavras ao seu contexto na música:
Russo:
Мало нам
Борода до пола
Животное
Português:
Velhice rápida
Comportamento desumano
Ganância/Insaciabilidade
A quem julgamos nós, segundo a letra?
Quem é alvo do nosso julgamento arrogante?
